Estava eu na aula de informática, e o professor pediu-nos para fazer um convite de aniversário e personaliza-lo e tudo o mais, de acordo com a aula. Riam da minha idiotice, um beijo.
Como vai você?
Bom, sinta-se feliz, pois estou convidando (a) para o meu aniversário! Não vou garantir que será a melhor festa que você já foi em sua vida, mas se vier, vai estar contribuindo para ser melhor festa para mim... ou não.
Enfim, obrigada por aceitar o convite, e ficaria mais agradecida se viesse, e claro que terá uns prêmios. Para os homens: amigas bebadas. Para mulheres: muita fofoca para o dia seguinte.
Um beijo da Natalia, não deixe de vir.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Descansar.
"Descanse em paz, aonde estiver..."
Quanto olhei para o céu, vi uma lua nova, ela estava tão bonita para uma noite tão deprimente...
Tudo é deprimente, tudo me faz lembrar, porque não esta chovendo, ou esta um daqueles dias nublados, como em filmes que acontecem coisas tristes?
É triste saber que o Senhor não esta mais aqui conosco, e se for olhar por outro lado, é até mesmo egoísmo de minha parte. Tão fraquinho como estava, sofrendo demais, agora tu descansas aí, no céu...
"calma dani, ele esta nas nuvens, sentando numa delas, elas são fofinhas"
É triste saber que o Senhor não esta mais aqui conosco, e se for olhar por outro lado, é até mesmo egoísmo de minha parte. Tão fraquinho como estava, sofrendo demais, agora tu descansas aí, no céu...
"calma dani, ele esta nas nuvens, sentando numa delas, elas são fofinhas"
Como a prima disse "sorte que hoje tenho 22 anos, e posso lembrar dos momentos bons que passei com ele" eu queria poder ter vinte e dois anos... :/ Tenho vagas lembranças, belas lembranças... e são elas que guardarei aqui comigo. No meu coração.
Lá jaz o Senhor Vicente. Conhecido por tantos, amado e respeitado, deixando muitas pessoas a sofrer aqui, mais concerteza eternamente agradecidas por sua existência, e pelas coisas que já fez...
Me lembro, e ouço muito, de como tu eras travesso, mesmo com seus 60 e poucos anos, subia em arvores, se machucava, deixando a todos muito preocupados, mas sempre fora forte, se recuperava facil! E não foi diferente, o senhor batalhou para viver, batalhou pelo ultimo suspiro, e eu o admiro pela sua força! a como o admiro vovô, e como...
sua enorme capacidade de educar 10 filhos, e cuidar de uma esposa, certamente foi uma tarefa para alguém como Senhor. E que claro, obteve muito sucesso! Sua sabedoria é de apreciar por todos, seu dom como pai, avô e até mesmo bisavô de 6 crianças lindas! Ah, meu avô, como eu te amo, e lamento por esta perda tão triste...
Foi a primeira e ultima vez que disse que o amava, naquela noite que tu estava deitado na cama, e você disse também que me amava.... eu jamais, JAMAIS, irei me esquecer daquele momento, das lagrimas que enxuguei em seu rostinho... oh vovô :/ Eu o amo, eternamente.
21 de Setembro de 2010, amigos, familia, e o mundo todo, perdeu uma pessoa maravilhosa! Te amamos, para todo o sempre.
"E por mais que me falem não vou desistir, eu sei que nada sou, por isso estou aqui, mais eu sei que o amor que o Senhor tem por mim, é muito mais que o meu, sou gota derramada no mar..."
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
"distância"
Eu não gosto da palavra "distância". E porque? Bom, normalmente a distância não nos permite ir a aquela praia tão anormalmente bonita, aquele lugar que todo final de ano, em sua infância, você ia brincar com crianças que nem sabia o nome. Até mesmo a distância do mercado até sua casa é ruim. Ainda mais quando nossa mãe, aos berros, pede para irmos comprar mortadela...
Mas também a distância que é, em termos, considerada ao menos para mim, a mais ruim é: a distância do amor.
Tanto para aquelas pessoas que o amor mora longe, e também para aquelas que esperam o amor, que esta vindo de jegue, certamente.
Saber que a pessoa que amamos vive longe, é complicado. Ela esta lá, e você aqui. Outras pessoas estão lá com ele, e você aqui. Ela esta sentindo sua falta e você continua aqui. Você esta sentindo a ausência dele aqui, e ele esta lá.
As vezes sentimos falta dos abraços, beijos, carinhos... mas tudo o que podemos ter, é a voz, no telefone. E lamentavelmente, e até mesmo humilhante saber que só por via internet, ou telefone, que poderemos nos comunicar com o tal. Não poder toca-lo, senti-lo, sorrir com ele...
Mas não devemos chorar, antigamente o único meio de se manter informado, era pelo rádio... imagina se comunicar com alguém que mora longe? Iria demorar mais que o príncipe encantado que esta vindo de jegue...
Mas às vezes a distância pode ajudar. Se um dia tudo isso, todo esse "amor" terminar, a pessoa vai estar lá, e você continuara aqui. Bem longe.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Boa tarde queridos Brasileiros
Hoje é o dia da idependência do Brasil. Que legal.
Eai, você sabe o que é isso? Aposto que sabe... ou não. Muitos diriam não.
Fui ver o desfile de 7 de setembro hoje, que legal.
Me sinto irônica hoje... '-' penso até em deletar esse blog. Enfim...
Um beijo.
Eai, você sabe o que é isso? Aposto que sabe... ou não. Muitos diriam não.
Fui ver o desfile de 7 de setembro hoje, que legal.
Me sinto irônica hoje... '-' penso até em deletar esse blog. Enfim...
Um beijo.
sábado, 4 de setembro de 2010
texto da aula de português. parte 5
Eu sabia o que garotas como essas pensavam, como gostavam que os caras as tratassem, com que tipo de caras gostava de ser vistas, e o qual gostariam de se relacionar. E pode apostar que não são os mesmos tipos de caras.
Assim fui a sua direção, e usei uma antiga tática, um tanto ridícula, mais infalível. Já estava a 2 metros de distância de onde ela estava sentada, e com um ar teatral muito bem treinado, fingi tropeçar, e dei um salto um tanto exagerado, e caí na sua frente, de cara no chão. E para uma encenação, eu entrei direitinho no personagem, pois assim que caí, percebi, e senti que havia cortado a palma das duas mãos. Como disse infalível.
Ela deu um gritinho, mais de surpresa do que assustada, e se abaixou com as pernas de lado, para não aparecer o que não devia, pois como disse, estava de mini saia. Pegou-me pelo braço, tentando ajudar, um tanto desajeitada.
- Oh meu Deus... Você esta bem? Deixa eu te ajudar... E...
Eu comecei a rir. Isso mesmo ri. Ela me olhou a principio, me questionando com os olhos, depois deu um meio sorriso, divertida com tudo aquilo.
- Pode deixar, sem problema, na verdade eu sou meio desajeitado com sapatos, uma coisa super comum de se acontecer. - Com um ar debochado, a olhei sorrindo, e me levantei com a ajuda das mãos de Katherine. Ela deu uma pequena gargalhada maravilhosa, o que foi uma musica para os meus ouvidos.
- Bom, eu... Posso me sentar? - Disse eu, o que fez ela olhar meio assustada, como se eu a tivesse tirado de seus devaneios.
- Ah... Claro que sim! - Ela me olhou nos olhos, e fiz o mesmo. Logo ela desviou o olhar, e ficou sem graça. - Ei, eu te conheço de algum lugar...
- Empire State - Sim, o meu colégio tinha o nome de um prédio.
- Ah, verdade! - Ela sorriu, e se ajeitou no banco - Você é o garoto novo, não é? - Ela me olhou, de uma maneira diferente, não do jeito como eu pensava que me olharia, do jeito que as outras pessoas que olhavam, foi mais perto da curiosidade.
- Sou... - Não sei por que, mais baixei a cabeça. E tenho certeza de que fiquei vermelho, como um verdadeiro idiota. Fingi estar olhando o meu joelho, procurando um machucado, que não havia ali.
- Ah... Você veio de outro país, não é? Bom foi o que as pessoas disseram... E... Eu nunca conversei com você, e... - eu olhei para ela, e Katherine havia abaixado a cabeça, olhando para as próprias mãos - Desculpe.
Essa moça não queria passar uma impressão ruim para mim. Porque? Eu realmente não sei. Mas, certamente isso me deu um embrulho no estômago, um embrulho bom.
- Sem problemas Kathe... É esse o seu nome né? - Putz.
Ela riu. Olhou para mim, com um ar divertido e até mesmo indagador.
- Uou, então você sabe meu nome? - Estava se divertindo com aquilo. Eu me fingi ofendido.
- Ah. Pois é. Você sai com o cara mais popular do Empire. Dai, fica facil gravar seu nome. - Eu a olhei, semicerrando os olhos. Dei um meio sorriso, e sem dar mais tempo para ela continuar - Preciso ir. Bom, obrigado por me ajudar a... me levantar? - Sorri, e me levantei. Sem demoras, já fui saindo, e pelo que previ, ela me chamou.
- Como você não sai com nenhum zagueiro, eu não sei o seu nome... - Na mesma hora, olhei para traz, e vi o sorriso maroto em seus lábios. Sorri para ela.
- Stevam.
Virei-me, e fui em direção a minha casa, que ficava ao norte de onde estávamos. Não me virei.
Débora, eu corrigi, vê se esta tudo correto, e o que precisar mudar, me diz...
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
texto da aula de português. parte 4
Bom, como sempre eu tenho que fazer uma pequena observação antes de continuar a história daquele que não tem nome, mas tem o amigo chamado Eristeu. Peço desculpas as meus poucos leitores, porém muito importantes, pela minha demora para postar a continuação, ou novos textos, pois como sabem, ou não, a minha vida esta apurada, não tenho tempo para entrar, e algumas coisas delicadas andam acontecendo... Enfim, vou parar de enrolar, e vou continuar a história. Um beijo, e boa leitura ;)
Eu havia mudado muito, após a minha partida de Londres. É, eu morava lá. Tudo mudou, depois que meus pais se separam...
Foi a dois anos atrás, eu tinha 16 anos, era popular e infeliz. Minha mãe, Belatriz, sempre foi uma pessoa sagaz, não deixava nada passar, nem mesmo um olhar, um esboço de sorriso, um tom diferente em sua fala. O que fazia-a sempre perceber quando eu aprontava. E claro que ela não deixou passar as mudanças de comportamento de meu pai, Ronaldo.
De uns tempos, ela começou a notar como ele andava despercebido com as coisas que se passavam em casa, ficava além do horário no trabalho, sempre chegando estressado. E ela comentava comigo essa mudança, e que andava desconfiada de algo estar acontecendo. Eu fiquei preocupado. Reclamava, e reclamava mais, era essa a minha rotina e de minha mãe, que passávamos praticamente o dia todo em casa. Até que um dia, minha mãe chegou aos prantos em casa, se descabelava, gritava, esperneava, chutava, chingava... É isso mesmo que você esta imaginando que aconteceu. Ele a traia.
A mulher era uns dez anos mais nova que minha mãe, e era loira. O que era pior, não era que a mulher era toda bonitona. Ela era rica e espanhola. Mulher quente.
Foi um ano de muita confusão. Brigas, reconciliações, reviravoltas, revoltas, e o fim. Fim do casamento, fim de Londres para mim e minha mãe, fim da minha infelicidade.
O porque de tanta controversa com a família unida e feliz? Porque não passava de uma fachada. Meu pai fingia que estava tudo bem, que me amava, e que amava aquela quem ele traiu, o contrario de minha mãe, que percebeu tudo, e entrou na justiça, para receber o que lhe era de direito.
Eu poderia me dizer feliz com a vida que vivia. Eu era o cara popular do colégio, tinha um bom carro, roupas de grife, e muitas mulheres. Mas não era, eu era superficial, um completo idiota. Tanto que mudei muito, com a minha volta para o Brasil. Resolvi, naquele dia, 21 de agosto, que seria minha nova data de aniversário, pois eu havia nascido novamente.
E tudo isso, Eristeu não sabia, é claro.
Agora, aqui estava eu, indo em direção a esplendorosa loira, que de uma certa forma eu conhecia muito bem...
Ps: Ainda não vou dizer o que vai acontecer entre ele e a loira... Não é que quero fazer suspense, é que eu não faço idéia do que falar...
Um beijo, e até o próximo capítulo! :*
Eu havia mudado muito, após a minha partida de Londres. É, eu morava lá. Tudo mudou, depois que meus pais se separam...
Foi a dois anos atrás, eu tinha 16 anos, era popular e infeliz. Minha mãe, Belatriz, sempre foi uma pessoa sagaz, não deixava nada passar, nem mesmo um olhar, um esboço de sorriso, um tom diferente em sua fala. O que fazia-a sempre perceber quando eu aprontava. E claro que ela não deixou passar as mudanças de comportamento de meu pai, Ronaldo.
De uns tempos, ela começou a notar como ele andava despercebido com as coisas que se passavam em casa, ficava além do horário no trabalho, sempre chegando estressado. E ela comentava comigo essa mudança, e que andava desconfiada de algo estar acontecendo. Eu fiquei preocupado. Reclamava, e reclamava mais, era essa a minha rotina e de minha mãe, que passávamos praticamente o dia todo em casa. Até que um dia, minha mãe chegou aos prantos em casa, se descabelava, gritava, esperneava, chutava, chingava... É isso mesmo que você esta imaginando que aconteceu. Ele a traia.
A mulher era uns dez anos mais nova que minha mãe, e era loira. O que era pior, não era que a mulher era toda bonitona. Ela era rica e espanhola. Mulher quente.
Foi um ano de muita confusão. Brigas, reconciliações, reviravoltas, revoltas, e o fim. Fim do casamento, fim de Londres para mim e minha mãe, fim da minha infelicidade.
O porque de tanta controversa com a família unida e feliz? Porque não passava de uma fachada. Meu pai fingia que estava tudo bem, que me amava, e que amava aquela quem ele traiu, o contrario de minha mãe, que percebeu tudo, e entrou na justiça, para receber o que lhe era de direito.
Eu poderia me dizer feliz com a vida que vivia. Eu era o cara popular do colégio, tinha um bom carro, roupas de grife, e muitas mulheres. Mas não era, eu era superficial, um completo idiota. Tanto que mudei muito, com a minha volta para o Brasil. Resolvi, naquele dia, 21 de agosto, que seria minha nova data de aniversário, pois eu havia nascido novamente.
E tudo isso, Eristeu não sabia, é claro.
Agora, aqui estava eu, indo em direção a esplendorosa loira, que de uma certa forma eu conhecia muito bem...
Ps: Ainda não vou dizer o que vai acontecer entre ele e a loira... Não é que quero fazer suspense, é que eu não faço idéia do que falar...
Um beijo, e até o próximo capítulo! :*
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