domingo, 7 de novembro de 2010

texto da aula de português. parte 8

Eristeu morava longe de minha casa, mas todo o dia passava para me buscar. Eu me sentia um pouco envergonhado de chegar ao colégio com ele. Não por que estava com Eristeu, mais sim com o seu carro. Um fusca amarelo, nada berrante, fazia todos se virarem para rir de nós, e admito que fosse constrangedor, mas mesmo assim não o deixava ir sozinho, quando buzinava em casa.
Não entendo o porquê de ele usar aquele carro, sendo que sua família era rica, poderia muito bem andar com um sedan audi a8 ou uma BMW, ou vários outros tipos de carros novos que se tem por aí, mas nerd era nerd, e sempre que eu tocava no assunto do carro, ele ficava sensibilizado e dizia “um dia essa belezinha vai virar uma relíquia” e mudávamos para outro assunto.
Logo cheguei ao colégio, para minha sorte o portão estava aberto. Desde o primeiro dia no Emparie não teve uma sequer semana que eu não chegasse atrasado, era vergonhoso, mas não conseguia acordar a tempo, na maioria das vezes.
- Bom dia – Bernadetti, a zeladora, estava sorridente. Ela era alguns centímetros mais baixa do que eu tinha os cabelos arruivados num tom forte, sardas por todo o rosto, e um sorriso até que notável. Estranhei sua repentina mudança de humor, me cumprimentando daquela forma, pois todas as vezes que me recebia, era com a mesma expressão de “não vou com a sua cara” e raramente dizia alguma coisa. Interessante.
O colégio estava parcialmente movimentado, com um grupo de meninas conversando animadamente na cantina, que era ao lado da quadra coberta, onde estava um grupo de garotos, e um deles logo reconheci. Era Red, namorado de Katherine. Ou ao menos dizia ser, pois a ultima vez que os vi juntos foi na praça, perto de casa. Isso fazia umas 2 semanas. Desde então, em qualquer lugar que fosse não os vi trocando uma palavra. Talvez, por sorte eles tenham terminado.
Mas era evidente que ele continuaria fingindo, até fazer uma cena na frente de todos e dizer que não a queria mais. Era mais que provável, e tinha quase certeza que isso aconteceria em breve. Mesmo eu não sabendo de quase nada sobre a relação dos dois, tinha minha intuição que era muito certeira.
Já estava na cantina, precisava comprar algo para comer, estava com o estomago doendo. Fui até a atendente: - Por favor, me dê um doritos e uma coca – Abri minha mochila para pegar a carteira, e nem notei que alguém se aproximava.
- Bom dia Stevan – Surpreso por reconhecer a voz, hesitei antes de me virar.
- Ah, oi. – Não sabia o porque de Katherine vir falar comigo, ainda mais na frente de todos, na frente de Red.
Ela fez uma cara de surpresa, e fingiu estar ofendida com a falta de entusiasmo no comprimento.
- Sou tão ruim assim, para tão pouco entusiasmo? – Ela sorriu sedutoramente. Ri
- Não tanto – Sorri a desafiando.
- Você deveria ser mais simpático - ela piscou para mim, indo até a atendente, pedindo um iogurte. A atendente trouxe o meu pedido, e anotou o de Katherine. Peguei o dinheiro na carteira que estava em minhas mãos e dei a moça. Ela olhou para o meu pedido e riu a principio não entendi.
- Não está muito cedo para comer este tipo de comida? –
- tenho que me alimentar nada melhor do que coca com doritos logo de manhã! – abri um largo sorriso. Assim que seu pedido chegou, fomos nos sentar nas mesas que havia ali. Fiquei encarando ela, antes de abrir a coca, tentando a entender.
- Como esta as mãos, melhorou?
- Ah sim, melhorou! – parei, refleti. – Você esta com Red ainda?
Sua cara foi de total decepção, e respondeu com desdém a minha pergunta, sem se preocupar em disfarçar – Não.
- Bom, não é o que parece, pois ele não para de nos encarar... Mas, posso tentar brigar com ele, caso ele queira tirar satisfação, mas só me prometa uma coisa? – fiz uma cara de piedade. Ela ficou confusa, me olhando assustada.
- hm, não sei, depende. O que é?
- Me leve ao hospital após a surra certamente levarei. – olhei para ela, e Katherine sorriu.
O sinal bateu, e ela logo foi se levantando. – Nos vemos por aí, Stevan. E cuidado, vê se apanha de Red só quando eu estiver por perto... – ela piscou para mim, e se afastou. 

domingo, 10 de outubro de 2010

texto da aula de português. parte 7

Ao solta-la, ela estava com uma lágrima brotando em meio aos seus olhos, limpando-a com rapidez, saiu do jardim, e gritou lá de dentro, já na cozinha - Filho, vou fazer um refresco, você quer? - eu sorri, pegando o balde e jogando as folhagens que havia dentro para o lixo.
Fiz o que minha mãe me pediu, tomei o refresco de laranja, e subi para o meu quarto, após um banho de mangueira que dei em minha mãe. Ela estava precisando, não tem como sentir dó.
Subi as escadas, entrei em meu quarto, liguei o computador, que estava muito agil. Minha mãe havia trocado a memória RAM, de tantas reclamações que eu havia feito, ela finalmente conseguiu encaixar no orçamento uma semana atrás, e eu havia lhe prometido que ia pagar tudo. Enquanto o computador ligava, olhei em cima da cama, que estava organizada, minha mãe certamente havia passado aqui de manhã, atrás de uma parede que eu mesmo havia pintado quando cheguei nesta casa, de verde musgo, estava lá em cima, da cama, os cds de rock que Eristeu havia deixado, para eu copiar. Baixei as musicas e passei todas para o meu IPOD, não suportava as coisas que os professores falavam, ou o que os alunos babacas faziam na hora da educação física, eu precisava de uma distração, e faria o teste amanhã. Musica sempre me acalmava. 
Olhei para a janela, e nem havia notado que estava escuro. Olhei para o relógio e já eram 9 da noite. O tempo passava rápido, e eu continuava parado. Não estava com sono, mas mesmo assim me deitei na cama, não sentia fome nem nada, então sem mesmo entender, eu adormeci.
Acordei com o barulho do despertador, tentei soca-lo com o punho, em cima da mesa, mas ele não estava lá, e minha mão foi de encontro a mesa, causando uma dor nauseante em minha mão. Me levantei a procura do barulho, e encontrei no meio da roupa jogado no chão, apertei com certa força o pino para desligar o som, e olhei para horas, que marcava 6:30 da manhã. Estava na hora de ir para o colégio. 
Me deitei novamente na cama, e tentei voltar a dormir, não admitia ter uma noite sem sonhos, e precisava dormir para sonhar. Mas minha mãe ouviu o meu despertador, e como sempre fazia, foi esmurrar a porta, para eu me levantar.
- Filho, acooooooooorda! Ta na hora... vai dizer que voltou a dormir? Levante agora!... filho quer que eu te leve para o colégio? Anda garoto, se levante, se não vou pegar o martelo e quebrar esta porta, você sabe que sou capaz e...
- Ta bom mãe! Eu vou me levantar, ta legal? - Senti que hoje não iria ser um dia agradável. 
Me levantei, jogando cobertor, roupas, sapatos, despertador, tudo para o chão, fui no banheiro que era ao lado do meu quarto, liguei o chuveiro e deixei a água cair em minha cabeça, não conseguia pensar em nada. 
Coloquei um jeans manchado e parcialmente velho, mas eu gostava dele, uma camiseta, e desci para tomar café. Minha mãe não estava lá, e nem o café em si. Aquilo animou mais o meu dia.
Não estava com cabeça para aguentar qualquer tipo de conversa, então sai e fui direto para rua. Decidi que iria de a pé, para pensar um pouco, e me acalmar.
O caminho até a escola não era muito longo, ultima vez que fui andando demorei em média 20 minutos para chegar, então não havia problemas. 

Família...

Percebe e entende que os melhores amigos
São aqueles que estão
Em casa esperando por ti

Acredita nos momentos mais difíceis da vida
Eles sempre estarão por perto

Pois só sabem te amar
E se por acaso a dor chegar
Ao teu lado vão estar
Pra te acolher e te amparar
Pois não há nada como um lar
Tua família volta pra ela
Tua família te ama e te espera
Para ao teu lado sempre estar 
Tua família!
Às vezes muitas pedras
Surgem pelo caminho
Mas em casa alguém feliz
Te espera pra te amar

Não não deixe que a fraqueza
Tire a tua visão

Que um desejo engane
O teu coração
Só Deus não é ilusão
E se por acaso a dor chegar
Ao teu lado vão estar
Pra te acolher e te amparar
Pois não há nada como um lar
Tua família volta pra ela
Tua família te ama e te espera
Para ao teu lado sempre estar 
Tua família!

Não há nada mais importante do que tua família! Aprendi a dar valor nela, mais do que já dava, e ouvindo essa musica, você vê o quanto ela é importante...

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Paixão

Aquilo que dá no coração
E nos joga nessa sinuca
Que faz perder o ar e a razão
E arrepia o pêlo da nuca
Aquilo reage em cadeia
Incendeia o corpo inteiro
Faísca, risca, trisca, arrodeia
Dispara o rito certeiro


Avassalador
Chega sem avisar
Toma de assalto, atropela
Vela de incendiar
Arrebatador
Vem de qualquer lugar
Chega, nem pede licença
Avança sem ponderar


Aquilo bate, ilumina
Invade a retina
Retém no olhar
O lance que laça na hora
Aqui e agora,
Futuro não há
Aquilo se pega de jeito
Te dá um sacode
Pra lá de além

O mundo muda, estremece
O caos acontece
Não poupa ninguém
Avassalador
Chega sem avisar
Toma de assalto, atropela
Vela de incendiar
Arrebatador
Vem de qualquer lugar
Chega, nem pede licença
Avança sem ponderar
Avassalador
Chega sem avisar
Arrebatador
Vem de qualquer lugar
Aquilo que dá no coração
Que faz perder o ar e a razão
Aquilo reage em cadeia
Incendeia...

Em uma musica, a paixão não pode ser descrita melhor do que por Lenine! 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

felicidade

Para falar de felicidade, você tem que ser suficientemente feliz para dar bons argumentos! Pois bem, sou a pessoa mais feliz que você posso ter escolhido para redigir este texto...
Bom, existem vários tipos de felicidade:
A felicidade do mal, que são aquelas pessoas que riem da desgraça dos outros; a felicidade do palhaço, que é o caso dos que se divertem por fazerem os outros rirem com o que ele faz de engraçado... ufa! (tenta pronunciar rápido agora) Entendeu? Não? E o kiko...
As pessoas ficam felizes quando ganham dinheiro, emprego, um presente ou mais, um beijo ou mais, um tapa ou nenhum... Existem aquelas que ficam felizes por acordar todos os dias de manhã, já aquelas que conseguiram ficar vivas até o final do dia. Pessoas que ficam felizes quando são pedidas em namoro, e outras que ficam feliz com o termino do tal. Felizes por ter o que comer todos os dias, por sair com aquela garota que é muita areia pro seu caminhãonzinho, por poder jogar futebol aos domingos, por assistir filme no cinema, felizes por estarem de férias, felizes por estarem dormindo, felizes por serem felizes, felizes por terem finalmente batido o recorde naquele jogo do play 2, por ter a casa livre no final de semana. 
Já tem pessoas que não são felizes, e não podemos dizer que elas não importam, porque o propósito de ser feliz é ter outras pessoas para compartilhar esta felicidade, seja qual for ela, assim sendo, as pessoas felizes tem o dever e a capacidade de fazer feliz aqueles que não são mais, ou pensam que não são! Porque a felicidade esta dentro de cada um, é você quem fará sua felicidade. Basta você querer, e você será.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

texto da aula de português. parte 6

Olá galera, meu nome é Natalia e eu andava meio sumida por aqui... Pois é, estava sem criatividade e tempo. Menina compromissada, sabe como é. 
Vou contar uma curiosidade: eu só consigo criar textos no computador. É lamentável. A mão a criatividade não vem, ou talvez seja porque o word que me ajuda a corrigir as palavras redigidas errado ou uma frase sem sentido. Mas, decidi continuar a história, ao menos agora, do Stevan. É, o cara da praça. Boa leitura (:


No caminha até minha casa, tentei o possível não denunciar minha vontade de olhar para traz. Eu já saberia a conseqüência disso tudo no outro dia, a se sabia. 
Entrei pelo portão de minha casa, tropecei no primeiro degrau da escada de madeira, que fora construída por minha mãe, que dava para o jardim que ultimamente ela andava trabalhando, e me deparei com a própria regando os girassóis, toda suja de barro.
- Oi mãe
- Ah, você esta aí! Querido preciso de uma ajudinha sua aqui no jardim... - a olhei com uma cara deprimida, fui até ela e a envolvi num abraço breve.
- Vai me ajudar? - Então ela deu aquele sorriso que sempre fazia quando queria algo.
- Agora não posso mãe, você sabe, sou uma cara ocupado! - Fiz beicinho, mas ela já tinha posto em minhas mãos o balde, e me puxou pelo braço, e foi jogando as folhagens do chão dentro.
- Filho, filho, olha para sua linda mãe, deixa só eu dizer o que estou pensando em fazer aqui, por favor filho... - Com a voz perto da suplica, ela deu um sorriso meigo, que não teve como resistir. Essa era minha mãe, linda, meiga e muito esforçada, que eu amava.
- Ok dona Elizabeth, futura paisagista de grande sucesso, me diga no que esta pensando - cruzei os braços no peito, e dei um sorriso encorajado, e ela sorriu de volta agradecida. 
- Bom, ali naquele canto, é ali mesmo, aonde estão os entulhos, eu quero colocar um laguinho, e pensei em colocar uns peixes nele, e bem aqui, vou reaproveitar essas flores e deixar o canteiro de margaridas, que daria um aspecto alegre para a paisagem... e bem ali eu pensei em colocar uma pista de madeira, luzes aqui em cima, para toda noite ficar estrelado, e ainda estou pensando em ali - ela apontou ao lado de onde seria o lago - fazer um lugar confortável para descanso - ela colocou as mãos fechadas no coração, olhando com grande expectativa para mim, com medo de caso eu não aprovar. 
Ela era maravilhosa, tanto no que fazia, e em como pessoa. Nosso relacionamento mudará muito, após o termino do casamento com Roberto. Não o tratava mais com o nome de "pai" porque não o considerava mais como tal.
Até hoje fico imaginando o que se passou pela cabeça deste cara, para machucar, trair e deixar uma mulher como está. Eu não conseguia compreender e nem perdoar.
Elizabeth era minha mãe, dona de um belo corpo, conservado apesar do tempo, seus 49 anos a valorizava muito. Era simpática, alegre e muito inteligente. E se ele não teve a capacidade de valorizar esta mulher, certamente outro cara valorizaria. E eu seria responsável por escolher a melhor pessoa para ela. Claro que ela não estava de acordo em arrumar um namorado, para ela "não havia tempo", dizia que tinha muito trabalho e que eu ainda precisava de seus cuidados, apesar dos meus 19 anos.
Mas também não deixaria ninguém mais machucar esta mulher que agora estava com os seus olhos ansiosos e verdes me encarando, esperando uma resposta.
- Vai ficar maravilhoso Elizabeth. Simplesmente perfeito. 
O seu sorriso foi enorme, eu a abracei, e sorri em meio a seus cabelos ruivos e sussurrei - Amo você, mamãe. 

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Meu convite de aniversário

Estava eu na aula de informática, e o professor pediu-nos para fazer um convite de aniversário e personaliza-lo e tudo o mais, de acordo com a aula. Riam da minha idiotice, um beijo. 


Como vai você?
Bom, sinta-se feliz, pois estou convidando (a) para o meu aniversário! Não vou garantir que será a melhor festa que você já foi em sua vida, mas se vier, vai estar contribuindo para ser melhor festa para mim... ou não.
Enfim, obrigada por aceitar o convite, e ficaria mais agradecida se viesse, e claro que terá uns prêmios. Para os homens: amigas bebadas. Para mulheres: muita fofoca para o dia seguinte. 
Um beijo da Natalia, não deixe de vir.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Descansar.

"Descanse em paz, aonde estiver..."
Quanto olhei para o céu, vi uma lua nova, ela estava tão bonita para uma noite tão deprimente...
Tudo é deprimente, tudo me faz lembrar, porque não esta chovendo, ou esta um daqueles dias nublados, como em filmes que acontecem coisas tristes? 
É triste saber que o Senhor não esta mais aqui conosco, e se for olhar por outro lado, é até mesmo egoísmo de minha parte. Tão fraquinho como estava, sofrendo demais, agora tu descansas aí, no céu...
"calma dani, ele esta nas nuvens, sentando numa delas, elas são fofinhas" 
Como a prima disse "sorte que hoje tenho 22 anos, e posso lembrar dos momentos bons que passei com ele" eu queria poder ter vinte e dois anos... :/ Tenho vagas lembranças, belas lembranças... e são elas que guardarei aqui comigo. No meu coração. 
Lá jaz o Senhor Vicente. Conhecido por tantos, amado e respeitado, deixando muitas pessoas a sofrer aqui, mais concerteza eternamente agradecidas por sua existência, e pelas coisas que já fez...
Me lembro, e ouço muito, de como tu eras travesso, mesmo com seus 60 e poucos anos, subia em arvores, se machucava, deixando a todos muito preocupados, mas sempre fora forte, se recuperava facil! E não foi diferente, o senhor batalhou para viver, batalhou pelo ultimo suspiro, e eu o admiro pela sua força! a como o admiro vovô, e como...
sua enorme capacidade de educar 10 filhos, e cuidar de uma esposa, certamente foi uma tarefa para alguém como Senhor. E que claro, obteve muito sucesso! Sua sabedoria é de apreciar por todos, seu dom como pai, avô e até mesmo bisavô de 6 crianças lindas! Ah, meu avô, como eu te amo, e lamento por esta perda tão triste... 
Foi a primeira e ultima vez que disse que o amava, naquela noite que tu estava deitado na cama, e você disse também que me amava.... eu jamais, JAMAIS, irei me esquecer daquele momento, das lagrimas que enxuguei em seu rostinho... oh vovô :/ Eu o amo, eternamente. 

21 de Setembro de 2010, amigos, familia, e o mundo todo, perdeu uma pessoa maravilhosa! Te amamos, para todo o sempre. 


"E por mais que me falem não vou desistir, eu sei que nada sou, por isso estou aqui, mais eu sei que o amor que o Senhor tem por mim, é muito mais que o meu, sou gota derramada no mar..."

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

"distância"

Eu não gosto da palavra "distância". E porque? Bom, normalmente a distância não nos permite ir a aquela praia tão anormalmente bonita, aquele lugar que todo final de ano, em sua infância, você ia brincar com crianças que nem sabia o nome. Até mesmo a distância do mercado até sua casa é ruim. Ainda mais quando nossa mãe, aos berros, pede para irmos comprar mortadela...
Mas também a distância que é, em termos, considerada ao menos para mim, a mais ruim é: a distância do amor. 
Tanto para aquelas pessoas que o amor mora longe, e também para aquelas que esperam o amor, que esta vindo de jegue, certamente. 
Saber que a pessoa que amamos vive longe, é complicado. Ela esta lá, e você aqui. Outras pessoas estão lá com ele, e você aqui. Ela esta sentindo sua falta e você continua aqui. Você esta sentindo a ausência dele aqui, e ele esta lá.
As vezes sentimos falta dos abraços, beijos, carinhos... mas tudo o que podemos ter, é a voz, no telefone. E lamentavelmente, e até mesmo humilhante saber que só por via internet, ou telefone, que poderemos nos comunicar com o tal. Não poder toca-lo, senti-lo, sorrir com ele...
Mas não devemos chorar, antigamente o único meio de se manter informado, era pelo rádio... imagina se comunicar com alguém que mora longe? Iria demorar mais que o príncipe encantado que esta vindo de jegue... 
Mas às vezes a distância pode ajudar. Se um dia tudo isso, todo esse "amor" terminar, a pessoa vai estar lá, e você continuara aqui. Bem longe.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Boa tarde queridos Brasileiros

Hoje é o dia da idependência do Brasil. Que legal. 
Eai, você sabe o que é isso? Aposto que sabe... ou não. Muitos diriam não. 
Fui ver o desfile de 7 de setembro hoje, que legal. 
Me sinto irônica hoje... '-' penso até em deletar esse blog. Enfim...

Um beijo.

sábado, 4 de setembro de 2010

texto da aula de português. parte 5




Eu sabia o que garotas como essas pensavam, como gostavam que os caras as tratassem, com que tipo de caras gostava de ser vistas, e o qual gostariam de se relacionar. E pode apostar que não são os mesmos tipos de caras.
Assim fui a sua direção, e usei uma antiga tática, um tanto ridícula, mais infalível. Já estava a 2 metros de distância de onde ela estava sentada, e com um ar teatral muito bem treinado, fingi tropeçar, e dei um salto um tanto exagerado, e caí na sua frente, de cara no chão. E para uma encenação, eu entrei direitinho no personagem, pois assim que caí, percebi, e senti que havia cortado a palma das duas mãos. Como disse infalível. 
Ela deu um gritinho, mais de surpresa do que assustada, e se abaixou com as pernas de lado, para não aparecer o que não devia, pois como disse, estava de mini saia. Pegou-me pelo braço, tentando ajudar, um tanto desajeitada.
- Oh meu Deus... Você esta bem? Deixa eu te ajudar... E...
Eu comecei a rir. Isso mesmo ri. Ela me olhou a principio, me questionando com os olhos, depois deu um meio sorriso, divertida com tudo aquilo.
- Pode deixar, sem problema, na verdade eu sou meio desajeitado com sapatos, uma coisa super comum de se acontecer. - Com um ar debochado, a olhei sorrindo, e me levantei com a ajuda das mãos de Katherine. Ela deu uma pequena gargalhada maravilhosa, o que foi uma musica para os meus ouvidos. 
- Bom, eu... Posso me sentar? - Disse eu, o que fez ela olhar meio assustada, como se eu a tivesse tirado de seus devaneios. 
- Ah... Claro que sim! - Ela me olhou nos olhos, e fiz o mesmo. Logo ela desviou o olhar, e ficou sem graça. - Ei, eu te conheço de algum lugar...
- Empire State - Sim, o meu colégio tinha o nome de um prédio. 
- Ah, verdade! - Ela sorriu, e se ajeitou no banco - Você é o garoto novo, não é? - Ela me olhou, de uma maneira diferente, não do jeito como eu pensava que me olharia, do jeito que as outras pessoas que olhavam, foi mais perto da curiosidade. 
- Sou... - Não sei por que, mais baixei a cabeça. E tenho certeza de que fiquei vermelho, como um verdadeiro idiota. Fingi estar olhando o meu joelho, procurando um machucado, que não havia ali.
- Ah... Você veio de outro país, não é? Bom foi o que as pessoas disseram... E... Eu nunca conversei com você, e... - eu olhei para ela, e Katherine havia abaixado a cabeça, olhando para as próprias mãos - Desculpe. 
Essa moça não queria passar uma impressão ruim para mim. Porque? Eu realmente não sei. Mas, certamente isso me deu um embrulho no estômago, um embrulho bom. 
- Sem problemas Kathe... É esse o seu nome né? - Putz. 
Ela riu. Olhou para mim, com um ar divertido e até mesmo indagador. 
- Uou, então você sabe meu nome? - Estava se divertindo com aquilo. Eu me fingi ofendido.
- Ah. Pois é. Você sai com o cara mais popular do Empire. Dai, fica facil gravar seu nome. - Eu a olhei, semicerrando os olhos. Dei um meio sorriso, e sem dar mais tempo para ela continuar - Preciso ir. Bom, obrigado por me ajudar a... me levantar? - Sorri, e me levantei. Sem demoras, já fui saindo, e pelo que previ, ela me chamou. 
- Como você não sai com nenhum zagueiro, eu não sei o seu nome... - Na mesma hora, olhei para traz, e vi o sorriso maroto em seus lábios. Sorri para ela. 
- Stevam. 
Virei-me, e fui em direção a minha casa, que ficava ao norte de onde estávamos. Não me virei.



Débora, eu corrigi, vê se esta tudo correto, e o que precisar mudar, me diz...

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

texto da aula de português. parte 4

Bom, como sempre eu tenho que fazer uma pequena observação antes de continuar a história daquele que não tem nome, mas tem o amigo chamado Eristeu. Peço desculpas as meus poucos leitores, porém muito importantes, pela minha demora para postar a continuação, ou novos textos, pois como sabem, ou não, a minha vida esta apurada, não tenho tempo para entrar, e algumas coisas delicadas andam acontecendo... Enfim, vou parar de enrolar, e vou continuar a história. Um beijo, e boa leitura ;) 


Eu havia mudado muito, após a minha partida de Londres. É, eu morava lá. Tudo mudou, depois que meus pais se separam...
Foi a dois anos atrás, eu tinha 16 anos, era popular e infeliz. Minha mãe, Belatriz, sempre foi uma pessoa sagaz, não deixava nada passar, nem mesmo um olhar, um esboço de sorriso, um tom diferente em sua fala. O que fazia-a sempre perceber quando eu aprontava. E claro que ela não deixou passar as mudanças de comportamento de meu pai, Ronaldo. 
De uns tempos, ela começou a notar como ele andava despercebido com as coisas que se passavam em casa, ficava além do horário no trabalho, sempre chegando estressado. E ela comentava comigo essa mudança, e que andava desconfiada de algo estar acontecendo. Eu fiquei preocupado. Reclamava, e reclamava mais, era essa a minha rotina e de minha mãe, que passávamos praticamente o dia todo em casa. Até que um dia, minha mãe chegou aos prantos em casa, se descabelava, gritava, esperneava, chutava, chingava... É isso mesmo que você esta imaginando que aconteceu. Ele a traia. 
A mulher era uns dez anos mais nova que minha mãe, e era loira. O que era pior, não era que a mulher era toda bonitona. Ela era rica e espanhola. Mulher quente. 
Foi um ano de muita confusão. Brigas, reconciliações, reviravoltas, revoltas, e o fim. Fim do casamento, fim de Londres para mim e minha mãe, fim da minha infelicidade.  
O porque de tanta controversa com a família unida e feliz? Porque não passava de uma fachada. Meu pai fingia que estava tudo bem, que me amava, e que amava aquela quem ele traiu, o contrario de minha mãe, que percebeu tudo, e entrou na justiça, para receber o que lhe era de direito. 
Eu poderia me dizer feliz com a vida que vivia. Eu era o cara popular do colégio, tinha um bom carro, roupas de grife, e muitas mulheres. Mas não era, eu era superficial, um completo idiota. Tanto que mudei muito, com a minha volta para o Brasil. Resolvi, naquele dia, 21 de agosto, que seria minha nova data de aniversário, pois eu havia nascido novamente.
E tudo isso, Eristeu não sabia, é claro.
Agora, aqui estava eu, indo em direção a esplendorosa loira, que de uma certa forma eu conhecia muito bem...



Ps: Ainda não vou dizer o que vai acontecer entre ele e a loira... Não é que quero fazer suspense, é que eu não faço idéia do que falar...
Um beijo, e até o próximo capítulo! :*

sábado, 28 de agosto de 2010

texto da aula de português. parte 3

Demorou, mais enfim eu fiz. Ficou estranho, mais leia aí e seja feliz :*


Ela estava a mais ou menos uns cinqüenta metros de distancia de mim, sentou-se em um banco em meio a duas árvores cruzando as pernas. Hoje ela estava vestida com uma mini saia, que lhe caia perfeitamente bem. Era curta, mais não chegava à vulgaridade, e com sua blusa de botão com flores do campo, deixando-a com um aspecto meigo. Seus cabelos estavam presos em uma trança, como uma princesa amazonas.
- Cara, porque você não vai lá falar com ela? – Disse Eristeu, me tirando dos meus devaneios.
Eu o olhei surpreso, e disse:
- Ta maluco Eristeu? Nunca essa garota iria falar comigo, no mínimo iria fingir que sou invisível, se eu chegasse lá...
- Quanto pessimismo, isso é contagioso? Pare com isso, vamos lá, você não tem nada a perder, sua reputação aqui é uma porcaria – olhei bem para ele, eu sabia que estava curtindo com a minha cara – e mesmo se ela te der o fora, você vai ter tentado! O que seria do Peter Parker se não perdesse a sua vergonha e falasse com Marie Jane? E você viu que se deu bem e...
- Claro, ele era o homem aranha! – Fiz uma cara de indignado, e arquei as sombracelhas e fiquei encarando Eristeu.
- Vamos apostar! O que você acha? Se você for e conseguir pegar o telefone dela, eu juro que te dou a minha conta do tíbia – o vi colocando o braço esquerdo para trás das costas, e pelo que o conheço, sei que o cretino cruzou os dedos – Eu sou o recordista numero um... E ai, o que você acha? – Ele fez uma cara de felicidade, como se aquela porcaria de jogo de nerd seria a melhor coisa do mundo. Mas não queria desapontar o meu único amigo, ao menos aqui nessa nova cidade, então só balancei a cabeça, suspirei e me pus de pé. A vi à 90° graus de onde eu estava.
- Cara, você vai? Uau... Mais, o que você vai dizer? – Eu fingi não ouvi-lo, fui andando em linha reta, em direção a Katherine, cortando pela grama – Ei... – Ouvi Eristeu pelo canto dos olhos me seguindo, apertei mais o passo, fazendo ele se voltar para o banco.
A principio me senti tranqüilo, não era a primeira vez que fazia isso. Coisa da qual Eristeu não sabia. Não contava para ele, de minha vida que vivi na outra cidade. De alguma maneira, Eristeu pensava que eu era igual a ele. 

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

fico fula.

Fico fula, quando eu escrevo coisas iradas e as perco. Pois é, eu finalmente tinha escrevido mais um capitulo do "texto de português" mas, como eu sou a pessoas mais esperta desse mundo, eu perdi, claro.
um beijo, porque meu stress é contagioso, e não quero leitores estressados. Se é que sobrou algum.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Oi rs

Hoje não entrei quase nada, e nem vou entrar mais... To sem tempo e sem idéia para continuar o texto da aula de português, então vou demorar um pouco para continuar.. Mais irei!
Um beijo.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

texto da aula de português. parte 2

Bom, < começando mais um texto, e mais um "bom", enfim. A minha prima Debora Miller pediu para eu continuar aquela história do texto de português, quando eu estava lendo para ela o tal... Eu imaginei aqui na minha cabeça uma história, mas como sempre ela fugiu de mim. Mas, vamos ver o que flui. 




[...] E eu fiquei lá, sozinho, como sempre foi.
O sol já estava se pondo, e eu ali, sem porque, continuava a olhar as arvores. Resolvi me levantar, e ir para casa. Precisava comer, beber algo, senti meu estômago roncando e cheguei na conclusão que estava "varado" de fome. Varado de fome? Por esses tipos de pensamentos que sou considerado o estranho do colégio. Mas, devo ser mesmo. 
Fui caminhando pela aquela calçada tão conhecida, com os paralelepípedos já se desprendendo do chão mal feito, cheguei ao portão de minha pequena casa, o abri e entrei. Morava ali, perto do parque, quase um refúgio para alguém como eu. 
Tenho um amigo, apenas um. Ele se chama Eristeu. Seu nome não é de se admirar, e nem ele em pessoa. Ele é uma cara de quase dois metros de altura, usa uns óculos redondos meio estranhos para o século XXI, umas roupas largas e um cabelo preto oleoso. Ele é legal, só é um pouco paranóico e acha que todos a sua volta querem o atacar. Mas é apenas isso. 
Uma coisa em comum que temos é que gostamos de garotas com belas pernas, e que somos rejeitado por quase toda a maioria do colégio. Apenas isso. 
As vezes Eristeu fica comigo lá na praça, coisa da qual eu não gosto, porque ele tem a mania de achar que as pessoas gostam dele, e não percebe que eles "conversam" com ele para tirar sarro de sua cara. Dai, sempre que aparece um dos "durões" do colégio, eu fico observado os cretinos fazendo o pobre do Eristeu de idiota. Talvez ele seja mesmo. Mas eu não movo um músculo a respeito, não sou o cara mais apropriado para querer bater de frente com um durão. 
Um dia estávamos sentados em um banco, que a tintura azul já havia se desgastado um tanto para poder ser pintando de novo (como se alguém ligasse para isso), estávamos debatendo sobre um livro que eu havia lido, quando apareceu aquela loira, a loira do vestido esvoaçantes, a loira do vestido rosa soltinho, e claro que  eu contei para o Eristeu o ocorrido do outro dia.
- Oh meu Deus! Oh meu Deus, aquela não é a loira gostosa que você disse até outro dia, que deu o tapa no... - fiz sinal para que Eristeu se calasse. Não queria que ele atrapalhasse minha concentração, eu precisava me focar naquela mulher... 
- Cala essa boca e presta atenção naquelas pernas! - Disse eu olhando, e se eu fosse outra pessoa e estivesse olhando para o meu eu, juraria que estava babando. 




Aí esta. Se ficou bom eu não sei, mas já estou cheia de idéias para o continuar. hm
Beijinho :*















oi

oi

domingo, 15 de agosto de 2010

hm hm

Bom dia blog lindo *-* HDIUSAHIDSA. 
Bom, hoje eu não tenho nada e nem tempo para escrever, e estou dizendo isso porque decidi postar todo dia alguma coisa, nem que seja um mísero "oi". Eu sei que não tem quase ninguém lendo isso, mas não é muito pelo os outros que eu escrevo, e sim para mim.. é como uma satisfação. Eu não deveria escrever como se estivesse me dirigindo a vocês.. Então..
...
Não vou escrever se dirigindo a mim mesma, vai ficar estranho, e vou parecer uma louca desvairada. RIAIRAIRA Olá Natlinda. 
Ok chega de loucura. Tchau :* 

sábado, 14 de agosto de 2010

Quem sou eu.

Bom, como eu não tenho nada para postar hoje, vou postar um texto antigo, que eu já havia colocado uma vez no perfil do meu orkut... O comecinho dele ta no começo do meu blog aí kk. Enfim. um beijo. se divirta! \o/




Alguém com um metro e meio. É realmente eu sou uma baixinha. As vezes meus olhos ficam verdes. No sol. Meus cabelos era lisos, eram. HDIUAS. Nunca os pintei, sei lá, acho estranho. Imagine a garota da foto aí com os cabelos ruivos.. Imagino? Então, por isso não os pinto. HDUIASDAS. Ah, tenho personalidade forte, se isso te interessa. Dizem que quem é sagitariana tem um gênero do ca... :) KKKKK. Mas não acho isso, só gosto de dizer a verdade, ou as vezes, sai sem querer..
Coisas da qual eu gosto: Eu gosto de chocolate, eu gosto de pizza, eu gosto de comer, eu gosto de cachorros filhotinhos, eu gosto de banhos quentes, eu gosto de dormir a tarde, eu gosto de dormir de bruços, eu gosto de chamar a minha amiga para ficar em casa para não fazer nada, eu gosto de ler livros de ficção, ou de livros de fantasia, eu gosto de me olhar no espelho, eu gosto dos meus pais, eu gosto de fingir que estou dormindo, eu gosto de fingir que estou acordada, eu gosto de digitar bobagens, eu gosto de gente engraçada, eu gosto de ser engraçada, eu gosto de ver as pessoas rindo das minhas piadas, eu gosto de piadas. Eu gosto de Bora-bora, eu gosto de mares de águas transparentes, eu gosto de presentes, eu gosto de dar presentes, gosto de presentes com significados bonitos, eu gosto de ouvir radio no celular da minha mãe de 100,00 reias, eu gosto de jogar vídeo game de lutinha, eu gosto de chorar de alegria, eu gosto de chorar de tristeza, eu gosto de rir até perder o fôlego. Eu gosto de romance, gosto de ter medo de filmes de terror, eu gosto de filmes do Jim Carrey, eu gosto de ser diferente, gosto de pessoas sinceras, gosto de pessoas gentis, gosto de ser gentil, gosto de pessoas simples, gosto de homens cavalheiros, gosto de homens carinhosos, gosto de pessoas que sabem conversar, gosto de pessoas que sabem se divertir, gosto de pessoas sabias, gostaria de ser sabia, gosto de falar difícil para fingir que sou inteligente, gosto de falar gírias. Gosto de comer pipoca e beber chá, gosto de dias de chuva, gosto de ficar embaixo das cobertas no frio, gosto de cinema, gosto de ficar em casa assistindo um bom filme, gosto de filmes. Gosto de cantar, gosto de cantar para Deus, gosto de Deus, gosto de violão, gostaria de saber tocar violão, gosto de quem toca violão, eu gosto de observar as pessoas de longe, eu gosto de entender as pessoas. Só uma coisa da qual eu não gosto, é de não me lembrar do resto das coisas da qual eu gosto...
Curtiu? Não? Ou nem leu? Bom, tecnicamente, se você não leu não vai ver isso, então..
Seja feliz, porque eu sou muito. 


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

texto da aula de português.

Bom, esse texto eu fiz hoje na aula de português, correndo, porque a professora brigou comigo, porque era para a aula passada. Então já da para se ver que ficou uma porcaria. Bom, se divirta com a alucinante e emocionando história de um pobre rapaz nerd que vive em uma praça. Um beijo.


Sozinho

Eu a observei passando, com seus cabelos esvoaçantes, seu belo vestido rosa, soltinho em seu corpo. (Oh!) Naquela tarde de verão (porque sera que todo mundo coloca isso nesses textos narrativos?), não havia nada melhor para se ver naquela praça, do que aquela bela moça. Ela estava indo em direção a um rapaz, o rapaz não a olhava. Fiquei intrigado, porque uma moça como essa não vem em minha direção? (não é óbvio!?) Meu olhar seria só seu, minha mente estaria dominada por aquelas belas pernas. (um tarado, enfim.) Continuei observando-a, ela já estava mais perto do rapaz... de repete, a moça deu-lhe um tapa na cara, eu sem entender e um tanto impressionado com a cena (impressionado com o que? nem foi você que tomou o bofete na cara...), porque achei que os dois iriam se beijar, nem notei que havia me levantado (jura?).
O rapaz ficou desconcertado com o tapa que acabara de receber, e se levantou de imediato segurando os brancos braços da moça, mas não com fúria, e sim como se suplicasse seu perdão (o que prova que é outro mané). Eu não conseguia escutar o que diziam (odeio gente curiosa :), mas vi várias expressões no rosto da moça: primeiro raiva, depois foi se tornando um pouco intrigada curvando as belas sobrancelhas loiras (porque mulher loira é sempre "bela"?), continuando a falar mais e mais. De repente seu rosto dotou um aspecto de dó, mais próximo do perdão. Quanto mais o rapaz falava, mais ela ia se acalmando (nossa, ele é bom!). Enfim, ele desafroxou o aperto dos braços da moça, envolvendo-a num abraço e beijando-a nos lábios. Depois disso os dois se foram. 
E eu fiquei lá, sozinho, como sempre foi. (o que não é de se imaginar, seu grande manézão!)

Bom, só eu mesmo para escrever um texto e tirar sarro de mim mesma. 
Um beijo da manézona versão feminina. :*  

Manias.

Acho que todo mundo tem manias. Eu ao menos tenho, e muitas.
Não sou supersticiosa e nada do tipo, o Maximo que posso acreditar é em signos, ou menos que isso, e acho que signos nem é superstição, enfim. kkk
Tenho mania de ficar pensando na vida antes de ir dormir, ou até pensar na vida no banho, mas também no banho tenho a linda mania de expor minha voz para quem quer que esteja ouvindo. É pavoroso. Não para mim. Canto qualquer coisa que venha a cabeça, musicas da igreja, musicas da qual eu lembro que são sempre as mesmas (as que eu canto a 2 anos seguidos).
Tenho a costumeira mania de beber água no bico, com a geladeira aberta... uma coisa da qual minha mãe tem vontade de me matar quando vê.
Uma mania minha que não curto muito, é quando estou no celular, e só coloco o dedo em cima do botão vermelho, e mesmo se a ligação não terminou, eu desligo sem querer. É realmente ruim. Para pessoa que estava falando comigo, claro. Ou não. rs
Resumindo: Tenho mania de comer de colher, tenho mania de criar risadas idiotas, tenho mania de me auto rebaixar. Tenho mania de ficar pensando em coisas que eu gostaria que acontecessem e normalmente penso nessas coisas quando estou dentro do ônibus. Quando as pessoas me chamam para algum lugar, tenho a mania de criar na minha cabeça a imagem de como sera aquele tal dia.
Tenho mania de conversar comigo mesma, tenho mania de fazer caretas para o espelho, tenho mania de fazer careta para as pessoas, tenho mania de ficar olhando para uma pessoa, mas não estar prestando atenção nela mesma, tenho a mania de ficar observando as pessoas de longe, tenho mania de morder os lábios, tenho mania de fazer piada de tudo, ou quase tudo.
Tenho mania de me emocionar com textos de internet, tenho mania de cantar musicas em inglês, mesmo não sabendo essa língua.  Tenho mania de ligar o chuveiro e deixar a agua cair até esquentar, para poder entrar debaixo. Tenho mania de não querer comprimentar as pessoas quando estou sozinha, tenho mania de tentar fugir das pessoas, só para não ter que falar algo. Tenho mania de escrever textos com significado importantes para mim, e que as outras pessoas acabam não entendendo. Tenho mania de olhar nos olhos das pessoas quando converso.
Tenho mania de me impressionar com pequenos os detalhes das coisas, tenho mania de gostar dos objetos feitos em miniaturas, tenho mania de ignorar uma conversa quando é má intencionada, tenho mania de ajudar as pessoas, tenho mania de ler de bruços, deitada, de lado, e sempre me canso dessas posições e troco a cada 5 minutos.
Tenho mania de ouvir uma musica nacional lendo a letra, para cantar junto. Tenho mania de acreditar quem em músicas as pessoas expressam seus sentimentos. Tenho mania de ser paranóica, com tudo. Tenho mania de me apegar fácil com as pessoas, tenho mania de pegar raiva fácil das pessoas. Tenho mania de escrever textos babacas ouvindo musica, tenho mania de criar textos na minha cabeças e quando vou escreve-los esquecer tudo, tenho mania de estalar os dedos, tenho mania de fazer textos como passatempo. Tenho mania de que até eu me esqueço. Mais sim, eu tenho muitas manias.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Coisas da qual eu não gosto. rs

Não gosto de cólicas mensais, não gosto de coca quente, não gosto de pessoas ignorantes, não gosto que fiquem no meu pé para fazer coisas da qual eu não gosto, não gosto de ouvir lamentos por coisas fúteis, não gosto de machismo, não gosto de grosseria, desigualdade, não gosto de preconceito, não gosto de sentir preconceito :x. Não gosto de drogas, não gosto de pessoas que bebem para se vangloriar com isso, não gosto de futilidade, não gosto de monotonia, não gosto de viver na monotonia, não gosto de esperar, não gosto de brigas, não gosto de guerras, não gosto de cigarros.
Também não gostaria de ter tantas coisas da qual eu não gosto.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Um novo começo.

Realmente, textos me fazem desabafar. Escrevo coisas da qual eu sinto aqui, coisas da quais jamais sairiam dos meus lábios perfeitamente belos, se não cogitados primeiramente a mão, num texto. Decidi começar novamente, esta era de escrever, porque antigamente eu escrevia, mais era textos romanticos e tudo o mais, para uma pessoa que já se foi, mas agora, não consigo escrever tão bem assim, em questões de amor. Ou talvez nem escrevia quase nada... rs
Hoje em dia, ando irônica, ou talvez seja por tudo que já aconteceu comigo. Ou não.
Bom, como esse foi o primeiro texto, de tanto tempo de que não escrevo, saiu uma merda. Enfim.
Beijos blog lindo :* kkk