Bom, < começando mais um texto, e mais um "bom", enfim. A minha prima Debora Miller pediu para eu continuar aquela história do texto de português, quando eu estava lendo para ela o tal... Eu imaginei aqui na minha cabeça uma história, mas como sempre ela fugiu de mim. Mas, vamos ver o que flui.
[...] E eu fiquei lá, sozinho, como sempre foi.
O sol já estava se pondo, e eu ali, sem porque, continuava a olhar as arvores. Resolvi me levantar, e ir para casa. Precisava comer, beber algo, senti meu estômago roncando e cheguei na conclusão que estava "varado" de fome. Varado de fome? Por esses tipos de pensamentos que sou considerado o estranho do colégio. Mas, devo ser mesmo.
Fui caminhando pela aquela calçada tão conhecida, com os paralelepípedos já se desprendendo do chão mal feito, cheguei ao portão de minha pequena casa, o abri e entrei. Morava ali, perto do parque, quase um refúgio para alguém como eu.
Tenho um amigo, apenas um. Ele se chama Eristeu. Seu nome não é de se admirar, e nem ele em pessoa. Ele é uma cara de quase dois metros de altura, usa uns óculos redondos meio estranhos para o século XXI, umas roupas largas e um cabelo preto oleoso. Ele é legal, só é um pouco paranóico e acha que todos a sua volta querem o atacar. Mas é apenas isso.
Uma coisa em comum que temos é que gostamos de garotas com belas pernas, e que somos rejeitado por quase toda a maioria do colégio. Apenas isso.
As vezes Eristeu fica comigo lá na praça, coisa da qual eu não gosto, porque ele tem a mania de achar que as pessoas gostam dele, e não percebe que eles "conversam" com ele para tirar sarro de sua cara. Dai, sempre que aparece um dos "durões" do colégio, eu fico observado os cretinos fazendo o pobre do Eristeu de idiota. Talvez ele seja mesmo. Mas eu não movo um músculo a respeito, não sou o cara mais apropriado para querer bater de frente com um durão.
Um dia estávamos sentados em um banco, que a tintura azul já havia se desgastado um tanto para poder ser pintando de novo (como se alguém ligasse para isso), estávamos debatendo sobre um livro que eu havia lido, quando apareceu aquela loira, a loira do vestido esvoaçantes, a loira do vestido rosa soltinho, e claro que eu contei para o Eristeu o ocorrido do outro dia.
- Oh meu Deus! Oh meu Deus, aquela não é a loira gostosa que você disse até outro dia, que deu o tapa no... - fiz sinal para que Eristeu se calasse. Não queria que ele atrapalhasse minha concentração, eu precisava me focar naquela mulher...
- Cala essa boca e presta atenção naquelas pernas! - Disse eu olhando, e se eu fosse outra pessoa e estivesse olhando para o meu eu, juraria que estava babando.
Aí esta. Se ficou bom eu não sei, mas já estou cheia de idéias para o continuar. hm
Beijinho :*
Ficou legal fia !!
ResponderExcluirAgora vc precisa definir um pouco mais dos personagens... gostei do Euristeu, o grandão fortão mas bundão. Agora vc precisa definir melhor a loira, o nerd (seria até legal se ele ficasse sem nome, sem descrições de caracteristicas fisicas, como um enigma sabe), o cara que ela deu um tapa (talvez fosse o gostosão da escola?)...
quando vc leu a 'sinopse' pra mim achei q o nerd realmente morava na praça sabe... como o HArry debaixo da escada.