Bom, como sempre eu tenho que fazer uma pequena observação antes de continuar a história daquele que não tem nome, mas tem o amigo chamado Eristeu. Peço desculpas as meus poucos leitores, porém muito importantes, pela minha demora para postar a continuação, ou novos textos, pois como sabem, ou não, a minha vida esta apurada, não tenho tempo para entrar, e algumas coisas delicadas andam acontecendo... Enfim, vou parar de enrolar, e vou continuar a história. Um beijo, e boa leitura ;)
Eu havia mudado muito, após a minha partida de Londres. É, eu morava lá. Tudo mudou, depois que meus pais se separam...
Foi a dois anos atrás, eu tinha 16 anos, era popular e infeliz. Minha mãe, Belatriz, sempre foi uma pessoa sagaz, não deixava nada passar, nem mesmo um olhar, um esboço de sorriso, um tom diferente em sua fala. O que fazia-a sempre perceber quando eu aprontava. E claro que ela não deixou passar as mudanças de comportamento de meu pai, Ronaldo.
De uns tempos, ela começou a notar como ele andava despercebido com as coisas que se passavam em casa, ficava além do horário no trabalho, sempre chegando estressado. E ela comentava comigo essa mudança, e que andava desconfiada de algo estar acontecendo. Eu fiquei preocupado. Reclamava, e reclamava mais, era essa a minha rotina e de minha mãe, que passávamos praticamente o dia todo em casa. Até que um dia, minha mãe chegou aos prantos em casa, se descabelava, gritava, esperneava, chutava, chingava... É isso mesmo que você esta imaginando que aconteceu. Ele a traia.
A mulher era uns dez anos mais nova que minha mãe, e era loira. O que era pior, não era que a mulher era toda bonitona. Ela era rica e espanhola. Mulher quente.
Foi um ano de muita confusão. Brigas, reconciliações, reviravoltas, revoltas, e o fim. Fim do casamento, fim de Londres para mim e minha mãe, fim da minha infelicidade.
O porque de tanta controversa com a família unida e feliz? Porque não passava de uma fachada. Meu pai fingia que estava tudo bem, que me amava, e que amava aquela quem ele traiu, o contrario de minha mãe, que percebeu tudo, e entrou na justiça, para receber o que lhe era de direito.
Eu poderia me dizer feliz com a vida que vivia. Eu era o cara popular do colégio, tinha um bom carro, roupas de grife, e muitas mulheres. Mas não era, eu era superficial, um completo idiota. Tanto que mudei muito, com a minha volta para o Brasil. Resolvi, naquele dia, 21 de agosto, que seria minha nova data de aniversário, pois eu havia nascido novamente.
E tudo isso, Eristeu não sabia, é claro.
Agora, aqui estava eu, indo em direção a esplendorosa loira, que de uma certa forma eu conhecia muito bem...
Ps: Ainda não vou dizer o que vai acontecer entre ele e a loira... Não é que quero fazer suspense, é que eu não faço idéia do que falar...
Um beijo, e até o próximo capítulo! :*
Tinha que ser Belatriz?
ResponderExcluirMas vc revelou o mistério do personagem muito rápido!! Podia ter enchido mais linguiça, fazer todos acreditarem q ele sempre foi o babaca e depois ele revelar que já foi o bonzão da parada q tinha carro caro, casa bonita e era o gostosão