Ao solta-la, ela estava com uma lágrima brotando em meio aos seus olhos, limpando-a com rapidez, saiu do jardim, e gritou lá de dentro, já na cozinha - Filho, vou fazer um refresco, você quer? - eu sorri, pegando o balde e jogando as folhagens que havia dentro para o lixo.
Fiz o que minha mãe me pediu, tomei o refresco de laranja, e subi para o meu quarto, após um banho de mangueira que dei em minha mãe. Ela estava precisando, não tem como sentir dó.
Subi as escadas, entrei em meu quarto, liguei o computador, que estava muito agil. Minha mãe havia trocado a memória RAM, de tantas reclamações que eu havia feito, ela finalmente conseguiu encaixar no orçamento uma semana atrás, e eu havia lhe prometido que ia pagar tudo. Enquanto o computador ligava, olhei em cima da cama, que estava organizada, minha mãe certamente havia passado aqui de manhã, atrás de uma parede que eu mesmo havia pintado quando cheguei nesta casa, de verde musgo, estava lá em cima, da cama, os cds de rock que Eristeu havia deixado, para eu copiar. Baixei as musicas e passei todas para o meu IPOD, não suportava as coisas que os professores falavam, ou o que os alunos babacas faziam na hora da educação física, eu precisava de uma distração, e faria o teste amanhã. Musica sempre me acalmava.
Olhei para a janela, e nem havia notado que estava escuro. Olhei para o relógio e já eram 9 da noite. O tempo passava rápido, e eu continuava parado. Não estava com sono, mas mesmo assim me deitei na cama, não sentia fome nem nada, então sem mesmo entender, eu adormeci.
Acordei com o barulho do despertador, tentei soca-lo com o punho, em cima da mesa, mas ele não estava lá, e minha mão foi de encontro a mesa, causando uma dor nauseante em minha mão. Me levantei a procura do barulho, e encontrei no meio da roupa jogado no chão, apertei com certa força o pino para desligar o som, e olhei para horas, que marcava 6:30 da manhã. Estava na hora de ir para o colégio.
Me deitei novamente na cama, e tentei voltar a dormir, não admitia ter uma noite sem sonhos, e precisava dormir para sonhar. Mas minha mãe ouviu o meu despertador, e como sempre fazia, foi esmurrar a porta, para eu me levantar.
- Filho, acooooooooorda! Ta na hora... vai dizer que voltou a dormir? Levante agora!... filho quer que eu te leve para o colégio? Anda garoto, se levante, se não vou pegar o martelo e quebrar esta porta, você sabe que sou capaz e...
- Ta bom mãe! Eu vou me levantar, ta legal? - Senti que hoje não iria ser um dia agradável.
Me levantei, jogando cobertor, roupas, sapatos, despertador, tudo para o chão, fui no banheiro que era ao lado do meu quarto, liguei o chuveiro e deixei a água cair em minha cabeça, não conseguia pensar em nada.
Coloquei um jeans manchado e parcialmente velho, mas eu gostava dele, uma camiseta, e desci para tomar café. Minha mãe não estava lá, e nem o café em si. Aquilo animou mais o meu dia.
Não estava com cabeça para aguentar qualquer tipo de conversa, então sai e fui direto para rua. Decidi que iria de a pé, para pensar um pouco, e me acalmar.
O caminho até a escola não era muito longo, ultima vez que fui andando demorei em média 20 minutos para chegar, então não havia problemas.
domingo, 10 de outubro de 2010
Família...
Percebe e entende que os melhores amigos
São aqueles que estão
Em casa esperando por ti
Acredita nos momentos mais difíceis da vida
Eles sempre estarão por perto
Pois só sabem te amar
São aqueles que estão
Em casa esperando por ti
Acredita nos momentos mais difíceis da vida
Eles sempre estarão por perto
Pois só sabem te amar
E se por acaso a dor chegar
Ao teu lado vão estar
Pra te acolher e te amparar
Pois não há nada como um lar
Ao teu lado vão estar
Pra te acolher e te amparar
Pois não há nada como um lar
Tua família volta pra ela
Tua família te ama e te espera
Para ao teu lado sempre estar
Tua família te ama e te espera
Para ao teu lado sempre estar
Tua família!
Às vezes muitas pedras
Surgem pelo caminho
Mas em casa alguém feliz
Te espera pra te amar
Não não deixe que a fraqueza
Tire a tua visão
Que um desejo engane
O teu coração
Só Deus não é ilusão
Surgem pelo caminho
Mas em casa alguém feliz
Te espera pra te amar
Não não deixe que a fraqueza
Tire a tua visão
Que um desejo engane
O teu coração
Só Deus não é ilusão
E se por acaso a dor chegar
Ao teu lado vão estar
Pra te acolher e te amparar
Pois não há nada como um lar
Ao teu lado vão estar
Pra te acolher e te amparar
Pois não há nada como um lar
Tua família volta pra ela
Tua família te ama e te espera
Para ao teu lado sempre estar
Tua família te ama e te espera
Para ao teu lado sempre estar
Tua família!
Não há nada mais importante do que tua família! Aprendi a dar valor nela, mais do que já dava, e ouvindo essa musica, você vê o quanto ela é importante... ♥
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Paixão
Aquilo que dá no coração
E nos joga nessa sinuca
Que faz perder o ar e a razão
E arrepia o pêlo da nuca
Aquilo reage em cadeia
Incendeia o corpo inteiro
Faísca, risca, trisca, arrodeia
Dispara o rito certeiro
E nos joga nessa sinuca
Que faz perder o ar e a razão
E arrepia o pêlo da nuca
Aquilo reage em cadeia
Incendeia o corpo inteiro
Faísca, risca, trisca, arrodeia
Dispara o rito certeiro
Avassalador
Chega sem avisar
Toma de assalto, atropela
Vela de incendiar
Arrebatador
Vem de qualquer lugar
Chega, nem pede licença
Avança sem ponderar
Chega sem avisar
Toma de assalto, atropela
Vela de incendiar
Arrebatador
Vem de qualquer lugar
Chega, nem pede licença
Avança sem ponderar
Aquilo bate, ilumina
Invade a retina
Retém no olhar
O lance que laça na hora
Aqui e agora,
Futuro não há
Aquilo se pega de jeito
Te dá um sacode
Pra lá de além
O mundo muda, estremece
O caos acontece
Não poupa ninguém
Invade a retina
Retém no olhar
O lance que laça na hora
Aqui e agora,
Futuro não há
Aquilo se pega de jeito
Te dá um sacode
Pra lá de além
O mundo muda, estremece
O caos acontece
Não poupa ninguém
Avassalador
Chega sem avisar
Toma de assalto, atropela
Vela de incendiar
Arrebatador
Vem de qualquer lugar
Chega, nem pede licença
Avança sem ponderar
Avassalador
Chega sem avisar
Arrebatador
Vem de qualquer lugar
Aquilo que dá no coração
Que faz perder o ar e a razão
Aquilo reage em cadeia
Incendeia... ♥
Chega sem avisar
Toma de assalto, atropela
Vela de incendiar
Arrebatador
Vem de qualquer lugar
Chega, nem pede licença
Avança sem ponderar
Avassalador
Chega sem avisar
Arrebatador
Vem de qualquer lugar
Aquilo que dá no coração
Que faz perder o ar e a razão
Aquilo reage em cadeia
Incendeia... ♥
Em uma musica, a paixão não pode ser descrita melhor do que por Lenine!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
felicidade
Para falar de felicidade, você tem que ser suficientemente feliz para dar bons argumentos! Pois bem, sou a pessoa mais feliz que você posso ter escolhido para redigir este texto...
Bom, existem vários tipos de felicidade:
A felicidade do mal, que são aquelas pessoas que riem da desgraça dos outros; a felicidade do palhaço, que é o caso dos que se divertem por fazerem os outros rirem com o que ele faz de engraçado... ufa! (tenta pronunciar rápido agora) Entendeu? Não? E o kiko...
As pessoas ficam felizes quando ganham dinheiro, emprego, um presente ou mais, um beijo ou mais, um tapa ou nenhum... Existem aquelas que ficam felizes por acordar todos os dias de manhã, já aquelas que conseguiram ficar vivas até o final do dia. Pessoas que ficam felizes quando são pedidas em namoro, e outras que ficam feliz com o termino do tal. Felizes por ter o que comer todos os dias, por sair com aquela garota que é muita areia pro seu caminhãonzinho, por poder jogar futebol aos domingos, por assistir filme no cinema, felizes por estarem de férias, felizes por estarem dormindo, felizes por serem felizes, felizes por terem finalmente batido o recorde naquele jogo do play 2, por ter a casa livre no final de semana.
Já tem pessoas que não são felizes, e não podemos dizer que elas não importam, porque o propósito de ser feliz é ter outras pessoas para compartilhar esta felicidade, seja qual for ela, assim sendo, as pessoas felizes tem o dever e a capacidade de fazer feliz aqueles que não são mais, ou pensam que não são! Porque a felicidade esta dentro de cada um, é você quem fará sua felicidade. Basta você querer, e você será.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
texto da aula de português. parte 6
Olá galera, meu nome é Natalia e eu andava meio sumida por aqui... Pois é, estava sem criatividade e tempo. Menina compromissada, sabe como é.
Vou contar uma curiosidade: eu só consigo criar textos no computador. É lamentável. A mão a criatividade não vem, ou talvez seja porque o word que me ajuda a corrigir as palavras redigidas errado ou uma frase sem sentido. Mas, decidi continuar a história, ao menos agora, do Stevan. É, o cara da praça. Boa leitura (:
No caminha até minha casa, tentei o possível não denunciar minha vontade de olhar para traz. Eu já saberia a conseqüência disso tudo no outro dia, a se sabia.
Entrei pelo portão de minha casa, tropecei no primeiro degrau da escada de madeira, que fora construída por minha mãe, que dava para o jardim que ultimamente ela andava trabalhando, e me deparei com a própria regando os girassóis, toda suja de barro.
- Oi mãe
- Ah, você esta aí! Querido preciso de uma ajudinha sua aqui no jardim... - a olhei com uma cara deprimida, fui até ela e a envolvi num abraço breve.
- Vai me ajudar? - Então ela deu aquele sorriso que sempre fazia quando queria algo.
- Agora não posso mãe, você sabe, sou uma cara ocupado! - Fiz beicinho, mas ela já tinha posto em minhas mãos o balde, e me puxou pelo braço, e foi jogando as folhagens do chão dentro.
- Filho, filho, olha para sua linda mãe, deixa só eu dizer o que estou pensando em fazer aqui, por favor filho... - Com a voz perto da suplica, ela deu um sorriso meigo, que não teve como resistir. Essa era minha mãe, linda, meiga e muito esforçada, que eu amava.
- Ok dona Elizabeth, futura paisagista de grande sucesso, me diga no que esta pensando - cruzei os braços no peito, e dei um sorriso encorajado, e ela sorriu de volta agradecida.
- Bom, ali naquele canto, é ali mesmo, aonde estão os entulhos, eu quero colocar um laguinho, e pensei em colocar uns peixes nele, e bem aqui, vou reaproveitar essas flores e deixar o canteiro de margaridas, que daria um aspecto alegre para a paisagem... e bem ali eu pensei em colocar uma pista de madeira, luzes aqui em cima, para toda noite ficar estrelado, e ainda estou pensando em ali - ela apontou ao lado de onde seria o lago - fazer um lugar confortável para descanso - ela colocou as mãos fechadas no coração, olhando com grande expectativa para mim, com medo de caso eu não aprovar.
Ela era maravilhosa, tanto no que fazia, e em como pessoa. Nosso relacionamento mudará muito, após o termino do casamento com Roberto. Não o tratava mais com o nome de "pai" porque não o considerava mais como tal.
Até hoje fico imaginando o que se passou pela cabeça deste cara, para machucar, trair e deixar uma mulher como está. Eu não conseguia compreender e nem perdoar.
Elizabeth era minha mãe, dona de um belo corpo, conservado apesar do tempo, seus 49 anos a valorizava muito. Era simpática, alegre e muito inteligente. E se ele não teve a capacidade de valorizar esta mulher, certamente outro cara valorizaria. E eu seria responsável por escolher a melhor pessoa para ela. Claro que ela não estava de acordo em arrumar um namorado, para ela "não havia tempo", dizia que tinha muito trabalho e que eu ainda precisava de seus cuidados, apesar dos meus 19 anos.
Mas também não deixaria ninguém mais machucar esta mulher que agora estava com os seus olhos ansiosos e verdes me encarando, esperando uma resposta.
- Vai ficar maravilhoso Elizabeth. Simplesmente perfeito.
O seu sorriso foi enorme, eu a abracei, e sorri em meio a seus cabelos ruivos e sussurrei - Amo você, mamãe.
Vou contar uma curiosidade: eu só consigo criar textos no computador. É lamentável. A mão a criatividade não vem, ou talvez seja porque o word que me ajuda a corrigir as palavras redigidas errado ou uma frase sem sentido. Mas, decidi continuar a história, ao menos agora, do Stevan. É, o cara da praça. Boa leitura (:
No caminha até minha casa, tentei o possível não denunciar minha vontade de olhar para traz. Eu já saberia a conseqüência disso tudo no outro dia, a se sabia.
Entrei pelo portão de minha casa, tropecei no primeiro degrau da escada de madeira, que fora construída por minha mãe, que dava para o jardim que ultimamente ela andava trabalhando, e me deparei com a própria regando os girassóis, toda suja de barro.
- Oi mãe
- Ah, você esta aí! Querido preciso de uma ajudinha sua aqui no jardim... - a olhei com uma cara deprimida, fui até ela e a envolvi num abraço breve.
- Vai me ajudar? - Então ela deu aquele sorriso que sempre fazia quando queria algo.
- Agora não posso mãe, você sabe, sou uma cara ocupado! - Fiz beicinho, mas ela já tinha posto em minhas mãos o balde, e me puxou pelo braço, e foi jogando as folhagens do chão dentro.
- Filho, filho, olha para sua linda mãe, deixa só eu dizer o que estou pensando em fazer aqui, por favor filho... - Com a voz perto da suplica, ela deu um sorriso meigo, que não teve como resistir. Essa era minha mãe, linda, meiga e muito esforçada, que eu amava.
- Ok dona Elizabeth, futura paisagista de grande sucesso, me diga no que esta pensando - cruzei os braços no peito, e dei um sorriso encorajado, e ela sorriu de volta agradecida.
- Bom, ali naquele canto, é ali mesmo, aonde estão os entulhos, eu quero colocar um laguinho, e pensei em colocar uns peixes nele, e bem aqui, vou reaproveitar essas flores e deixar o canteiro de margaridas, que daria um aspecto alegre para a paisagem... e bem ali eu pensei em colocar uma pista de madeira, luzes aqui em cima, para toda noite ficar estrelado, e ainda estou pensando em ali - ela apontou ao lado de onde seria o lago - fazer um lugar confortável para descanso - ela colocou as mãos fechadas no coração, olhando com grande expectativa para mim, com medo de caso eu não aprovar.
Ela era maravilhosa, tanto no que fazia, e em como pessoa. Nosso relacionamento mudará muito, após o termino do casamento com Roberto. Não o tratava mais com o nome de "pai" porque não o considerava mais como tal.
Até hoje fico imaginando o que se passou pela cabeça deste cara, para machucar, trair e deixar uma mulher como está. Eu não conseguia compreender e nem perdoar.
Elizabeth era minha mãe, dona de um belo corpo, conservado apesar do tempo, seus 49 anos a valorizava muito. Era simpática, alegre e muito inteligente. E se ele não teve a capacidade de valorizar esta mulher, certamente outro cara valorizaria. E eu seria responsável por escolher a melhor pessoa para ela. Claro que ela não estava de acordo em arrumar um namorado, para ela "não havia tempo", dizia que tinha muito trabalho e que eu ainda precisava de seus cuidados, apesar dos meus 19 anos.
Mas também não deixaria ninguém mais machucar esta mulher que agora estava com os seus olhos ansiosos e verdes me encarando, esperando uma resposta.
- Vai ficar maravilhoso Elizabeth. Simplesmente perfeito.
O seu sorriso foi enorme, eu a abracei, e sorri em meio a seus cabelos ruivos e sussurrei - Amo você, mamãe.
Assinar:
Postagens (Atom)